Brasil

Acordo com governo federal é realizado para finalizar greve

Publicado em 25/02/2018 às 09h40 por Jorge Hilário.

Aconteceu na tarde de ontem (24/05) reunião organizada pelo governo com os caminhoneiros sendo anunciado após a reunião, possível acordo para encerrar a greve.


Sobre o acordo

O acordo prevê que o desconto de 10% sobre o preço do diesel será mantido por 30 dias – período maior que os 15 dias oferecidos ontem pelo presidente da Petrobras, Pedro Parente.


O que estamos acordando é que o preço ficará fixo no patamar definido pela Petrobras por 30 dias. Nos primeiros 15 dias, voluntariamente proposto pela Petrobras, e, a partir do 16º dia, o governo irá pagar“, disse o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.





Trégua na greve

Foi informado pelos ministros que os caminhoneiros aceitaram dar uma trégua na greve no período de 15 dias, devendo posteriormente a este prazo, as partes se reunirem para uma nova negociação das reivindicações da categoria.


Apesar de tal acordo supostamente firmado, Nélio Botelho, presidente do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Estado do Rio de Janeiro, diz não reconhecer o acordo, não dando certeza sobre o fim da greve.


O não reconhecimento do presidente supracitado pode ser evidenciado através das suas palavras para a Revista Veja, que assim afirmou: "Estamos todos revoltados, quem não participou da reunião está discordando de tudo o que foi decidido com o governo. Não vamos apoiar esse absurdo. Recusamos e vamos avisar aos caminhoneiros para não desmobilizar. Esse acordo não resolve o problema de ninguém."


Conflito de interesses na reunião

A ABCAM (Associação Brasileira dos Caminhoneiros) não participou até o fim da reunião, uma vez que seu presidente, senhor José da Fonseca Lopes, deixou a reunião ainda no início, afirmando que não concorda com os a proposta que estava sendo realizada.


Apesar da falta do presidente da ABCAM, Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil diminuiu a ausência de José da Fonseca e afirmou inclusive que o acordo foi devidamente realizado com a CNT (Confederação Nacional dos Transportes), a qual a ABCAM é filiada. "A forma como ele saiu, as palavras que ele usou abandonando a reunição, mostraram que ele nunca deveria ter entrado [na reunião]."

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