Liberação de pesquisa com
células-tronco reforça esperança
de menino que quer pilotar avião
Marco Antônio Soalheiro
Repórter da Agência Brasil
Brasília - João Vítor Freire tem
9 anos e sofre de distrofia
muscular. Sorridente em frente
ao Supremo Tribunal Federal
(STF), onde foi levado pelos
avós para acompanhar o
julgamento que liberou as
pesquisas com células-tronco
embrionárias, o garoto franzino,
sentado na Estátua da Justiça,
diz já saber o que deseja caso
os estudos lhe permitam a cura
da doença degenerativa. “Quero
ser piloto de avião”.
Esperançoso de que o neto terá
condições de um futuro melhor
com o progresso da ciência, a
avô de João, Pedro Freire, disse
que os ministros tomaram uma
decisão favorável ao povo
brasileiro.
“Toda família que passa por um
problema desse está feliz e os
cientistas brasileiros vêem
lutando para nos oferecer uma
alternativa. Só quem vive de
perto sabe o que é isso.”